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sábado, 30 de novembro de 2019

Entrevista com o Guro Leonardo Grimaldi PTKWF



1- Guro Leonardo, obrigado por aceitar o nosso convite para essa entrevista! Você poderia começar falando sobre você e seu começo nas artes marciais?


Eu também agradeço reciprocamente a oportunidade de lhes responder sobre mim. Minha trajetória nas Artes Marciais é semelhante à de muitos de nós.
Cresci nos anos 80 com toda a febre de filmes A e Z de Kung Fu.
Entrei no Tae Kwon Do enquanto todos os amigos estavam no Kung Fu / Karate.
Já adulto eu fui procurar pela Capoeira que pratiquei por pouco tempo.


2- Sobre a FMA, como você conheceu esta modalidade? Como você começou e o que despertou seu interesse?

Sempre fui aficionado por armas e facas. Fiz meus próprios
Nunchakus e pratiquei sozinho por anos anos. Minha história no FMA começa com o programa do Discovery Channel em que dois lutadores vão até um país e aprendem algo das artes locais. Neste programa conheci o Kali, os sticks e a forma que tanto se assemelhava ao que fazia no Nunchaku. Nunca ia imaginar que esta arte do outro lado do mundo "viria" até mim em um evento em Jaguariúna ao lado de minha cidade em 2012 em que conheci o Dekiti Tirsia Siradas. Sem retorno depois disso.



3- Hoje em dia você tem trabalhado bastante pela divulgação da Federação Brasileira de Pekiti Tirsia. Pode nos falar a respeito?

Sim. Tenho feito um intenso trabalho de divulgação da Federação Brasileira desde que recebi esta autorização do Tuhon Rommel por volta de um anos antes de encontra - lo pessoalmente e junto aos meus amigos Marcílio Silva, Rivanildo Brito e Roberto Kia Ora receber esta responsabilidade oficialmente.
Do início do projeto até o I evento Oficial, procurei manter a atenção das pessoas que seguem o Grupo e a Fanpage. Ao retornar, não mais "sozinho", hoje juntos em uma grande Tribo de Guerreiros, juntos estamos preparando a consolidação de toda a estrutura que a Federação Brasileira Pekiti-Tirsia Kali pode oferecer.



4 - Guro, você pode nos falar sobre o projeto CBQ<>CQC<>K9?

O projeto "Close-Quarter & K9" consiste em uma Plataforma de Combate Fechado que seja capaz de suprir a perigosa lacuna existente entre os estágios de -=Batalha=-, onde a distância ainda é coberta pela ação direta do tiro com armas curtas.
Em seguida, entra o -=Combate=- propriamente em que as armas são lâminas, punhos e tudo o que chamado de arma branca. Neste estágio é que a ampla maioria de nossos policiais não está preparada para enfrentar com sucesso. Por fim, adicionar o elemento dentes e garras a esta equação que é o trabalho feito pelo cão Policial conhecido como K9.
Este é o maior desafio do projeto pois envolve uma plena transformação de mentalidade de Formação e Adestramento.
Sou formado como Adestrador Profissional e Combate Civil. Meu objetivo é trazer o cão para a Plataforma de Combate Fechado de modo que toda a dinâmica de eventos não seja uma surpresa nem para o cão nem para o combatente, apenas para o criminoso.




4- Quais os planos para os próximos meses?

Já para os primeiros meses do ano de 2020, temos os Principais planos voltados para Formação de Instrutores e Representantes Estaduais e claro, dos alunos de cada Instrutor. Como hoje, tudo é Globalizado e Virtualmente Digitalizado, vamos (já estamos) usar tudo o que a tecnologia digital oferece para Comunicação, Divulgação e INSTRUÇÃO sem que tempo e distância "digam não", (empréstimo da canção de Milton Nascimento) para nos impedir de estarmos em contato e presença entre as "Folhas da Árvore PTKWF".


5- Muito obrigado pelas suas respostas! Gostaria de deixar alguma mensagem para os nossos leitores?

Novamente lhe agradeço pela oportunidade que oferece a todos os que praticam e que te seguem por mais esta entrevista. Gostaria sim de deixar um recado de gratidão por todos acompanharem nosso trabalho. Fiquem afiados (ligados, atentos) pois o que vem por ai é grande mais poderoso, do quote do Tuhon Rommel: "MORE POWER"

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