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terça-feira, 6 de maio de 2014

Reportagem com mestre Dada Inocalla no Correio Braziliense



Mestre Dada é um dos destaques do suplemento Super Esportes do jornal Correio Braziliense. A matéria pode ser lida aqui (primeira parte e segunda parte). Logo abaixo um trecho sobre o material.


O mestre deixou a família e a casa de madeira e alvenaria à beira-mar, na cidade de Manila, capital das Filipinas, em 1971. Não levou mala alguma, apenas a roupa do corpo e a disposição para fazer a peregrinação como monge. Segundo a filosofia budista, o mundo inteiro é a pátria deles. Em todo o processo, nunca deixou de praticar fielmente a luta milenar.

Em Brasília, foi seduzido pelo clima e pela hospitalidade. “Aqui, as pessoas são alegres e comunicativas, como os filipinos”, conta o mestre Dadá, que também foi casado com uma brasileira. A luta, então, virou o meio de sustento.

Na luta filipina, quanto maior a experiência, menor é a arma a ser manejada. O iniciante, por exemplo, começa a prática com o ratã (vara de bambu para treinos), enquanto o faixa-preta consegue manejar praticamente qualquer objeto — desde um estilete até uma caneta simples. “É bom saber se defender de qualquer forma, com o que temos em mãos”, defende Inocalla, que também dá aula de thai chi chuan. “Devemos sempre nos preparar contra o inimigo. Ele pode ser uma pessoa ou nossa própria mente. A partir da luta, ficamos atentos e espertos contra os adversários, além de vivemos com qualidade de vida.”

Parabéns mestre Dada, pelo trabalho em prol do FMA!

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