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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Artes Marciais: Caminho da Paz

"Quem quer ganhar seu inimigo,
em terra hostil,
não se arvore em dono de casa,
mas porte-se como hóspede
em casa alheia;
Prefira sempre recuar um metro
a avançar um centímetro.
Assim ele progride sem marchar.
Assim pode reprimir sem ameaçar.
Assim pode avançar sem lutar."
(Tao Te King, Capítulo 69, tradução de Huberto Rohden)

"Paz não é ausência de conflito; é uma virtude, um estado mental, uma disposição para a benevolência, confiança e justiça." (Baruch Spinoza)

"Se queres a paz, prepara-te para a guerra." (Provérbio latino)


As artes marciais, ao lado da corrida, foram certamente os primeiros esportes praticados pela humanidade. Estavam relacionados, basicamente, ao instinto de sobrevivência: a corrida, para caçar (ou para não ser a caça), e a luta, num contexto micro, para defender-se de agressões, ou empreender campanhas militares, num âmbito macro.


Nesse sentido, entendendo-se essa realidade de sobrevivência, torna-se mais claro compreender que lutar é uma necessidade tão básica quanto beber, comer, repousar, etc. Qualquer um, ante uma ameaça à sua integridade física ou moral, encontrar-se-á na condição de defender-se. É patente em praticamente todos os códigos legais, morais ou de ética, a prerrogativa da legítima defesa. Nesse ponto, as artes marciais ocupam lugar de destaque.

Convém, entretanto, fazer-se algumas distinções. Para os leigos, é comum confundir-se artes marciais com violência. Violência é, pura e simplesmente, o ato de agredir, sem nenhuma outra finalidade do que causar dano. Usar de técnicas de artes marciais para defender-se é legítima defesa. E bem mais do que isso. Importante desestigmatizar o que foi transmitido por senso comum ou por divulgação de meios mal informados a respeito. O espírito das artes marciais orbita em outras esferas.

Outra confusão que se faz é não discernir entre luta e briga. Lutar é praticar artes de luta, seja em campeonatos, para se conseguir algum prêmio, ou, no cotidiano, esforçar-se para vencer um obstáculo, para alcançar alguma meta (por exemplo: eu luto para passar de ano na escola; você luta para se tornar um profissional qualquer, um professor, uma cozinheira, um médico...). Brigar, no entanto, é desentender-se com terceiros, ofender, entrar em contenda (seja verbal ou pelas vias de fato), evidenciando uma atitude violenta.

Pode-se entender, também, que quem luta usa de agressividade, mas não de violência. Agressividade não é necessariamente um traço ruim do caráter de uma pessoa, pois trata-se de uma moção enérgica para a realização de algum feito. Posso ser agressivo na tentativa de defender uma tese num debate na faculdade, mas sem usar de comportamento ou palavreado grosseiros. Enquanto a violência é uma atitude destrutiva, a agressividade pode ser orientada para feitos positivos. Daí que, em muitas academias de ensino de artes marciais, usa-se o dito "quem luta, não briga", com muita propriedade.
Nos primórdios, as primeiras reações de autodefesa ainda não poderiam ser chamadas de artes marciais. Explico: diante de uma agressão, uma pessoa faz algo para proteger-se, como erguer os braços diante do rosto ou do corpo, agarrar o agressor e tentar impedi-lo de concretizar seu intento de fazer mal. Esse ato espontâneo de reagir não é arte marcial, mas puro instinto de defesa. Arte marcial, por assim dizer, diferentemente do instinto de defesa, constitui-se do uso consciente e elaborado por estudos sistematizados dos movimentos e reações corporais, além do controle psicoemocional e gerência do estresse, treinados a um ponto próximo da perfeição, para uma defesa qualitativamente superior, visando o mínimo de dano possível, tanto ao defensor como ao próprio agressor. Lembremo-nos de que mesmo o princípio da legítima defesa aborda os graus de agressividade empregados pela pessoa agredida, ou seja, se ela, no exercício da sua autodefesa, usou dos recursos necessários para conter a violência ou se  extrapolou da agressividade para a violência gratuita, dando asas ao impulso de fazer justiça pelas próprias mãos. Nesse caso, de agredida passará a agressora e terá que responder legalmente por seus atos, em um processo de lesão corporal ou mesmo de homicídio.

Os indianos nos deixaram o preceito de Ahim's'a, que quer dizer "não ferir ou prejudicar algo ou alguém por pensamento, palavra ou ação", o qual tem sido mal interpretado, quando entendido de modo radical e fundamentalista. Segundo alguns sábios, como os da escola Ananda Marga, a interpretação radical de Ahim's'a como não ferir de modo algum, a ninguém e a nenhum outro ser, impossibilitaria a própria sobrevivência de quem aplicasse, equivocadamente, esse princípio. Impraticável seria, por exemplo, respirarmos, pois o processo de respiração mata inúmeros seres vivos; por outro lado, nosso próprio corpo subsiste em função da parceria com certas bactérias que auxiliam nosso sistema digestivo, facilitando o trato gastrointestinal - o que evita o desenvolvimento de certas doenças como o câncer.
Ainda conforme a orientação dos sábios citados, se Ahim's'a não for bem entendido, uma nação que tenha adotado o princípio de modo radicalista teria uma atitude totalmente passiva, consequentemente seu povo seria dizimado, suas terras dominadas e seus bens saqueados; enquanto que outra nação, preparada para a defesa de sua dignidade física e moral, teria lutado, com todas as suas forças, recursos e capacidades e, possivelmente, como costuma acontecer, sobrevivido à agressão violenta. Como exemplo desse segundo caso, podemos citar os nativos das Filipinas, ou Maharlika (na língua tagalog), que deram provas de resistência contra inúmeras invasões, tais como contra diversos povos vizinhos, além dos espanhóis, japoneses e estadunidenses. Os guerreiros filipinos, pelo bom uso de Ahim's'a, mantiveram sua liberdade.

Nesse caso, portanto, Ahim's'a poderia ser entendido, numa outra leitura, como "não ferir ou prejudicar algo ou alguém por pensamento, palavra ou ação, reservado o direito à sobrevivência e à legítima defesa, em caso de agressão violenta ou qualquer ato que atente contra a vida de todo inocente".


Natural que, onde quer que haja seres humanos, há alguma forma de luta, umas mais, outras menos desenvolvidas. Fatores tais como filosofia, método, cultura, costumes e conhecimento do corpo e da mente humanos levaram à diferenciação entre as artes marciais. Devido a esses e outros condicionantes, algumas artes marciais especializaram-se em socos (como o Boxe Ocidental); umas mais em chutes do que outros golpes (Taekwondo, Capoeira, Sikaran, etc); combinações de socos e chutes (Karate, Muay Thai, Savate, Kickboxing, etc); quedas e arremessos (Shuai Jiao, Jujutsu, Judo, Aikido, Luta Greco-Romana, etc); imobilizações (Jujutsu, Wrestling, Sambo, etc); luta de chão (Jiu Jitsu Brasileiro, Jujutsu, Grappling Submission, etc); armas (Kali, Wushu, Koryu ou Kobudo, Esgrima, etc); outras tantas tornaram-se híbridas, ecléticas e mais completas quanto ao arsenal de técnicas usadas (diretrizes do Jeet Kune Do, Bartitsu, Kali, Silat, Ninjutsu, Hapkido, etc); outras simplificaram-se e potencializaram ao máximo aspectos de maior praticidade e eficiência em situações extremas de combate de rua ou de campo de guerra (Kali, Systema, Krav Maga, Combat Sambo, MCMAP, Sanda, Silat, etc); e ainda aquelas que refinaram-se para o desenvolvimento da energia interna (chi ou ki) como poder para repelir força por meio de fluidez (Taijiquan, Hsin I, Bagua, Aikido, etc).


Distinções também foram feitas em relação às finalidades: algumas tenderam ao tradicionalismo, restringindo-se à preservação de ensinamentos e de formas (katas, rotinas, programas de técnicas, etc), fiéis às determinações de alguns mestres e escolas, mantendo-se como legado de alguma cultura específica, incorporando e retransmitindo valores e costumes de um povo; outras preferiram, com o passar dos séculos, a eliminarem os golpes e técnicas mais letais para tornarem-se esportes de competição, visando campeonatos ou entrada nos Jogos Olímpicos; outras, ao contrário dessas, aprofundaram ainda mais aspectos como economia de movimentos, eficiência, simplicidade e contundência, para atingir a excelência em autodefesa ou voltando-se para o treinamento de forças especiais, como grupos táticos, forças de segurança nacionais, militares, policiais, etc; também, alguns estilos que passaram a primar por aspectos terapêuticos e de qualidade de vida (a depender da diretriz de tal ou tal mestre) do que a explorar seu teor marcial; outras restringiram-se a papéis secundários, como a elaboração de coreografias para apresentações de espetáculos ou roteiros de cinema; entre outros casos.


Ao longo da história, as artes marciais evoluíram, refinaram-se, popularizaram-se. Do mero combate físico, passaram para estratégias; dos estudos acurados dos inimigos para análises das circunstâncias da luta (ou da guerra, no caso de exército contra exército ou grupos de guerrilha); endendeu-se que para cada adversário há uma tática diferente. Grandes generais já anotaram essa importância a partir de lições tiradas dos campos de batalha, como esta, de Sun Tzu, em sua imortal obra: "A Arte da Guerra":


"Conhece teu inimigo e conhece-te a ti mesmo; se tiveres cem combates a travar, cem vezes serás vitorioso. 
Se ignoras teu inimigo e conheces a ti mesmo, tuas chances de perder e de ganhar serão idênticas.
Se ignoras ao mesmo tempo teu inimigo e a ti mesmo, só contarás teus combates por tuas derrotas."



Conhecer tanto ao outro como a si mesmo tornou-se questão de vida ou morte. Do corpo, pela mente, para o espírito, percebeu-se que as artes de luta são um ensinamento para a vida; amoldam tanto corpo quanto caráter. A figura do Mestre nunca é tão valorizada quanto quando se conscientiza dessa verdade. Somente um mestre experiente, devotado a esses princípios norteadores das verdadeiras artes marciais, pode direcionar alguém à formação de outros mestres. Não apenas a forja de meros lutadores, muito menos de simples esportistas, mas de guerreiros da vida. O mestre não é o que apenas coleciona uma legião de discípulos, mas aquele que faz desses outros mestres. Vale lembrar as profundas palavras de Friedrich Nietzsche, em "Assim Falava Zaratustra": 
"Retribui-se mal a um mestre quando se permanece sempre e somente discípulo.

Isto quer dizer que a meta deve ser a auto-suficiência, pelo autoconhecimento, mas não sem um bom direcionamento - por isto a necessidade de um verdadeiro mestre.

Um outro grande expoente das artes marciais, experimentado em diversas técnicas de luta, chegou a uma límpida visão, clara como o sol, sobre a máxima e livre expressão do artista marcial, como objetivo a ser alcançado. Seu nome, Bruce Lee. Em seu valioso compêndio "O Tao do Jeet Kune Do", assim nos revela:

"O Jeet Kune Do não é uma arte baseada em técnicas ou doutrinas. Ele é apenas como você é. Quando não há centro nem circunferência, então há a verdade. Quando você se expressar livremente, terá o estilo."

Ser mestre de si mesmo é das tarefas mais árduas. A questão ultrapassa a mera defesa pessoal. Torna-se uma filosofia marcial de vida prática, educativa, terapêutica e espiritual.

A necessidade de autoproteção, da sua família, da comunidade em que você vive, do seu país, levou à organização de forças de defesa especiais. Toda sociedade, uma vez declarada uma contenda, teve de formar seus peritos em artes de guerra. Toda sociedade moderna tem seu equivalente a um Ministério da Defesa. Historicamente, em todo o mundo temos exemplos notáveis de guerreiros que organizaram-se em escolas preparatórias, reclusões especiais, monastérios, para estudarem meios e técnicas de como lutar do melhor modo possível, tendo em vista sua defesa ou a salvaguarda de suas comunidades e seus interesses. As armas foram cada vez mais tornadas eficientes, as táticas e técnicas a cada luta mais elaboradas.

Desse modo, a humanidade conheceu os Kshatryas (casta de guerreiros) indianos, os Datus (guerreiros espirituais) e Mandirigmas (guerreiros) filipinos, os temíveis exércitos de Esparta, os Monges Shao Lin chineses, os Ninjas e Samurais japoneses, os guerreiros coreanos da irmandade Hwa Rang, os Cavaleiros Jaguares e Águias astecas, os Cavaleiros Andantes da Europa, entre tantos outros, cada um com seus próprios métodos de luta e particulares códigos éticos e morais de conduta.

Atualmente, poucas escolas preservam esse passado glorioso. Grande parte está apenas ocupada em formatar campeões, de olho em dividendos. Poucas mantêm viva essa relação tão intrínseca quanto fértil entre corpo, mente e espírito - o ser humano integral.

Necessário regastar os princípios dos grandes guerreiros, que não hesitavam em lutar em favor da continuação da vida, doando as suas próprias. Porém, não é necessário esperar uma guerra para pôr em prática tais valores. Mesmo na ausência de guerras de fato, há outras sendo travadas, desde o nascimento de uma criança, passando pelas lutas diárias pela sobrevivência, no mundo cada vez mais violento em que vivemos, até à partida de quem está em leitos de hospitais, lutando contra doenças terminais. Fundamental ampliar a perspectiva e o campo de atuação das artes marciais. Necessário revalorizar a vida, porque o que mais há, numa redução incrível de visão e de lucidez, é a valorização do espírito competitivo e egoísta, e não daquele, colaborativo e altruísta, este sim fomentador de um mundo muito melhor de se viver. Necessário educar pessoas, transformando-as de meros lutadores em cidadãos de bem, conscientes de seus deveres, integrados a uma realidade superior, qual seja: a de saber-se pertencente a um todo único e plural, em que cada um está ligado a tudo o mais, desde sua consciência individual à infinita Consciência Universal, tendo como meta não outra maior do que o conhecimento, o autoconhecimento e a preservação da vida e da paz.

Ser um esportista é bom, não é mau; porém, não eleva, ainda, à categoria dos grandes mestres guerreiros que seguiram as trilhas das verdadeiras artes marciais, dos artistas marciais da vida. Ganhar um troféu, um cinturão, uma medalha, pode até retirar um necessitado da pobreza, mas se essa pessoa não for educada a ser um cidadão do mundo, todo esforço terá sido em vão. Haveria algum valor em ter o nome no Hall da Fama dos grandes atletas, mas ao mesmo tempo ter o mesmo nome sujo, marcado por escândalos ou corrupção? Valeria a pena ser um rei do ringue, do tatame ou do octógono, se não se consegue sequer ser um príncipe das próprias atitudes? A arte marcial que não educa apara a formação de guerreiros da vida, pode ser chamada de que nome for (a exemplo dos milhares - que surgem como seitas, espalhados pelo planeta), mas com certeza não será a boa senda que conduzirá a um bom destino.

A arte marcial evoluída instiga nos tímidos a bravura, não a bravata; não faz o agressivo perder sua coragem, mas sim a violência; ensina tanto ao violento quanto ao tímido o equilíbrio, pela pedagogia do respeito aos superiores (mestres, professores, instrutores, graduados) e do espírito de companheirismo e amizade. Ela fomenta, a partir do convívio no âmbito da academia, os mesmos valores na vida do dia-a-dia, nos afazeres do lar, do trabalho, da escola, no trânsito, nos ambientes de lazer, em qualquer lugar. As relações entre mestre e discípulos destronam a arrogância e edificam a humildade. Como diria o venerável Mestre Morihei Ueshiba:

"O vencedor de hoje será o vencido de amanhã".

Portanto, reconheçamos nossas limitações. Guerreiros não são heróis virtuais, seja dos mitos, lendas, cinema ou estórias em quadrinhos. Guerreiros somos nós, que lutamos nesta vida. E somos todos humanos, com virtudes e defeitos. Guerreiro, de fato, é quem nunca perde isso de vista, pois sua luta é muito mais dura e difícil quando travada consigo mesmo. Eis a maior e mais árdua de todas as batalhas: vencer a si mesmo, pelo autoconhecimento físico, mental e espiritual! Meu mestre, Punong Guro Dada Inocalla, representante máximo das artes marciais filipinas no Brasil, sempre nos recorda:

"Nossos maiores inimigos não são os exteriores, mas os interiores."
As artes marciais, se conduzidas por mestres, professores e instrutores esclarecidos e capacitados, tem muito a contruibuir para o bem da humanidade. Tanto no quesito prática física (o que gera qualidade de vida), como no do exercício do equilíbrio psicoemocional (administração do estresse, controle emocional), no treinamento para a defesa pessoal (indivíduo), a defesa de uma comunidade (forças policiais ou comunitárias), a defesa de uma nação (forças armadas), e até mesmo a integração dos povos (a Diplomacia é uma forma aplicada de artes marciais, a que evita conflitos sem ter de lutar) - visto que a essência mesma delas é a de preparar para a Vida. Suas raízes estão fundamentadas neste adágio:

"Se o adversário é inferior a ti, então por que brigar?
Se o adversário é superior a ti, então por que brigar?
Se o adversário é igual a ti, compreenderá o que tu compreendes...
Então não haverá luta.
Honra não é orgulho. É consciência real do que se possui."


Somente os dotados de espírito de guerreiros conseguem ter a clareza necessária para perceber a profundidade do quão bela e bélica é a vida. Somente guerreiros entendem, de corpo, mente e espírito, o que é devotar a vida pela luta e a luta pela vida. Somente guerreiros são aptos a ensinar e a testemunhar que as artes marciais são um caminho virtuoso, de honra e respeito.

Se os governos entenderem esse princípio, adotarão a prática das Artes Marciais como disciplina obrigatória, desde o ensino básico à universidade, como meio de formação dos seus cidadãos, aptos a defenderem a si mesmos, à sociedade e ao mundo. Então, a violência e a guerra perderiam seu sentido, e as Artes Marciais seriam reconhecidas, definitivamente, como sinônimo de Caminho da Paz.


Sugestões de leitura (entre parênteses, as obras consultadas):

1. Tao Te King, Lao Tsé (TSÉ, Lao. Tao Te King, O Livro Que Revela Deus. Tradução de Huberto Rohden. Martin Claret, São Paulo, 13ª edição)

2. A Arte da Guerra, Sun Tzu (TZU, Sun. A Arte da Guerra. Tradução de Sueli Barros Cassal. L&PM Pocket, Porto Alegre, 2010)

3. O Tao do Jeet Kune Do, Bruce Lee (LEE, Bruce. O Tao do Jeet Kune Do. Tradução de Tatiana Ori-Kovacs. São Paulo, Conrad Editora do Brasil, 2003)

4. Um Guia Para a Conduta Humana, Shrii Shrii Anandamurti (ANANDAMURTI, Shrii Shrii. Um Guia Para a Conduta Humana. Tradução: Jiivanaveda. Ananda Marga Publicações, São Paulo, 2001)

5. O Espírito das Artes Marciais
, Roque Severino (SEVERINO, Roque. O Espírito das Artes Marciais. Ícone Editora. São Paulo, 1988)
 6. O Livro dos Cinco Anéis, Miyamoto Musashi (MUSASHI, Miyamoto. The Book Of Five Rings. Translated by Thomas Cleary. Shambala Pocket Classics, Boston & London, 1994)


Max Müller C. Sobrinho
Tagapag Sanay em Kali Maharlika Inocalla System (Artes Marciais Filipinas)
Praticante de Taijiquan Família Yang e de Yoga Taoísta
Discípulo do Punong Guro Herbert Dada Inocalla (Grão-Mestre 9º Grau em Artes Marciais Filipinas)

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